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755 Itens encontrados

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  • LOUÇA, uma (1) escultura representando Deus HOTEI (um dos 7 Deuses da Boa Sorte, Fortuna e Felicidade, integrantes do Shichi Fukujin, segundo o Xintoísmo, Mitologia e Folclore Japonês é o deus da felicidade e prosperidade), pintado a mão em policromia, arremates a ouro, boca fechada, sem marca de manufatura aparente, medindo 12 cm altura, sinais de uso, vide foto.
  • ESCULTURA, uma (1) representando cachorro, confeccionada em porcelana branca, arremates a ouro, apliques em cristais facetados, selo marcado: PASTA DE LIMOGES P. T. CERTIFICADO DE QUALIDADE  SWAROVSKI CRYSTALS, medindo 20,5 cm comprimento, vide foto.
  • LOUÇA, uma (1) escultura representando Deus HOTEI (um dos 7 Deuses da Boa Sorte, Fortuna e Felicidade, integrantes do Shichi Fukujin, segundo o Xintoísmo, Mitologia e Folclore Japonês é o deus da felicidade e prosperidade), pintado a mão em policromia, arremates a ouro, boca aberta, orelhas furadas, manufatura SANTA TEREZINHA (Pedreira, SP, criada em 1949 e legalizada em 1952 por Luis Broglio, Pedro Chiarotti, Paschoal Ferraresso e Hamilton Valente; em 1960 também começou a produzir isoladores de porcelana; em 1977 encerrou a produção de louça domestica para se dedicar somente a isoladores, ainda em atividade), medindo 19 cm altura, sinais de uso, vide foto.
  • PORCELANA FRANCESA, um (1) antigo conjunto de gomil e presentoir, ornamentação policromada com cenas do gênero sobre fundo azul, dito VIEUX PARIS (Velho Paris, nome dado a porcelana produzida na frança por mais de 30 fábricas diferentes em torno da cidade de Paris, entre meados do século XVIII e final do segundo império napoleônico 1870, apenas 30% das porcelanas produzidas em Paris neste período tinham marca do fabricante muitos inclusive famosos como: Jacob Petit; Dagoty; Edouard Honoré; Neppel; Dihl; Nast; Denuelle; Clauss; Gille; etc., pois haviam diversas leis, promulgadas por Louis XV, que restringiam severamente as atividades de outros fabricantes de porcelana que não fosse a da fábrica de Sevres com o propósito de evitar a concorrência, podemos dividir a porcelana Vieux Paris em três períodos: floral no reinado de Louis XV; mais complexa acrescentando pássaros, figuras e cupidos a partir do reinado de Louis XVI e com forte influencia neo-clássica, rococó, etc., a partir do império napoleônico já no século XIX), medindo a maior peça 20,5 cm diâmetro, sinais de uso, vide foto.
  • VIDRO, cinco (5) taças para licor e vinho do Porto, translúcidas, dois tamanhos distintos, bojos coloridos nas tonalidades azul (1); verde (2) e vermelho (2), fuste em balaustre e base em bolacha, ambos incolores, medindo respectivamente 9,5 cm e 10,5 cm altura, sinais de uso, vide foto.
  • VIDRO, três (3) taças para licor, translúcidas, bojo nas tonalidades verde (2) e vermelha (1), fuste no formato de balaustre e base em bolacha, ambos incolores, bojo com lapidação contínua, manufatura FRATELLI VITA (fábrica de cristais fundada em 1902, pelos irmãos Giuseppe Vita e Francesco Vita, na cidade de Salvador na Bahia, no início como fábrica de licores, vinhos e refrigerantes, mais tarde com as dificuldades em importar as garrafas devido a Primeira Grande Guerra Mundial, passou a fabricar os próprios engradados, a partir de 1920 aventurou-se na produção de cristais recebendo diversas premiações em exposições internacionais, na década de 50 no apogeu da fabrica, financiou o trio elétrico de Dodô e Osmar em 1951 e a candidatura de Martha Rocha para Miss Brasil em 1954, que virou garota propaganda da fabrica, com a transferência da capital do Brasil do Rio de janeiro para Brasília, a Primeira Dama Sara Kubitschek, encomendou um jogo de taças com o Brasão da república impresso a ouro, a fabrica fechou em 1962), medindo 10 cm altura, ideais para coleção de cristaleira, sinais de uso, vide foto.
  • VIDRO FRANCÊS, um (1) copo de pé baixo, moldado em sulcos espiralados, marcado em relevo na base BACCARAT  DEPOSE, tonalidade verde, translúcido, medindo 13 cm altura, ideal para coleção de cristaleira, sinais de uso vide foto.
  • PORCELANA JAPONESA, uma (1) antiga xícara para chá, Imari, pintada a mão em policromia com paisagem lacustre, pagodes, montanhas, figuras femininas e elementos vegetalistas, arremates a ouro, assinada em caracteres, ideal para coleção de cristaleira, sinais de uso, vide foto.
  • VIDRO, um (1) antigo copo, incolor e translúcido, esmaltação floral pintada a mão em tom sir tom de azul e branco, detalhes a ouro já com falhas, base de pé baixo com ínfimo defeito atenuado por lixa, medindo 12,5 cm altura, ideal para coleção de cristaleira, sinais de uso, vide foto.
  • VIDRO, uma (1) compoteira de pé alto e com tampa, modelagem com bico de jaca e caneluras, bicado na tampa, tonalidade amarelo âmbar, translúcida, medindo 23 cm altura, sinais de uso, vide foto.
  • FAIANÇA, seis (6) canecas octogonais, ornamentações policromadas representando paisagens com charretes puxadas por duas parelhas de cavalos, arremates a ouro, ínfimas falhas na douração, sem marca de manufatura aparente, medindo 14,5 cm altura, sinais de uso, vide foto.
  • PORCELANA, uma (1) molheira com tampa e concha, vazada na metade superior, ornada com faixa na tonalidade azul, arremates a ouro, metade inferior com faixa amarela e flores em policromia, sem marca de manufatura aparente, medindo 8,5 cm diâmetro, ideal para coleção de cristaleira, vide foto.
  • PORCELANA, uma (1) cremeira com pires, tonalidade branca, sem marca de manufatura aparente, medindo a maior peça 14,5 cm diâmetro, sinais de uso, vide foto.
  • PORCELANA, uma (1) cremeira, formato ligeiramente cônico, ornamentação na tonalidade ocre sobre fundo branco, com pássaros e flores, manufatura REAL (Mauá, SP, 1943 a 1994), medindo 9 cm altura, sinais de uso, vide foto.
  • PORCELANA, conjunto tete a tete para café com seis (6) itens: 1 bandeja; 1 bule; 1 açucareiro; 1 cremeira e 2 xícaras, ornamentação floral policromada, medindo a maior peça 29,5 x 20,5 cm, sem marca de manufatura aparente, ideal para coleção de cristaleira, vide foto.
  • PORCELANA, conjunto tete a tete para café com seis (6) itens: 1 bandeja; 1 bule; 1 açucareiro; 1 cremeira e 2 xícaras, ornamentação policromada representando flores e frutas, arremates com frisos a ouro, sem marca de manufatura aparente, medindo a maior peça 26 x 16,5 cm, ideal para coleção de cristaleira, sinais de uso, vide foto.
  • PORCELANA, uma (1) xícara de chá com aba para biscoitos, ornamentação floral policromada, detalhes a ouro, marcada LE GOURMET, medindo 21,5 cm comprimento, sinais de uso, vide foto.
  • PORCELANA, uma (1) xícara de chá com aba para biscoitos, ornamentação floral policromada, detalhes a ouro, marcada LE GOURMET, medindo 21,5 cm comprimento, sinais de uso, vide foto.
  • PORCELANA PORTUGUESA, um (1) bule para chá (bico quebrado e colado), ornamentação floral policromada, arremates a ouro, manufatura VISTA ALEGRE (fundada em 1824, pelo negociante, lavrador, industrial e político, José Ferreira Pinto Basto, através de alvará concedido por D. João VI, tendo seu fundador associado a fábrica os seus 15 filhos, ficando a sociedade denominada Ferreira Pinto & Filhos; cinco anos mais tarde recebe o título real pelo reconhecimento de sua arte e sucesso, ficando conhecida como Real Fábrica da Vista Alegre, começou no fabrico de vidros enquanto se empenhava em esforços para a produção de porcelana, os primeiros ensaios conseguidos foram imperfeitos denominado loiça de pó de pedra, através de boas relações com a fábrica francesa de Sevres conseguiu as receitas para o fabrico de porcelana, somente em 1832, por sorte, é encontrado um jazigo de caulim situado em Aveiro, próximo a Ílhavo, a partir desta data o fabrico de porcelana foi se aperfeiçoando em Portugal, 1851 expôs com sucesso no Palácio de Cristal em Londres; 1852 D. Fernando II visita a fábrica e encomenda uma baixela completa; 1867 recebeu sua primeira premiação na Exposição Universal de Paris; 1880 interrompe a produção de vidros para se dedicar exclusivamente a porcelana; 1964 inauguração do Museu Histórico da Vista Alegre; ainda em funcionamento), medindo 18 cm altura, ideal para coleção de cristaleira, vide foto.
  • PORCELANA PORTUGUESA, uma (1) manteigueira com tampa e presentoir acoplado, ornamentação floral policromada, arremates a ouro, manufatura VISTA ALEGRE (fundada em 1824, pelo negociante, lavrador, industrial e político, José Ferreira Pinto Basto, através de alvará concedido por D. João VI, tendo seu fundador associado a fábrica os seus 15 filhos, ficando a sociedade denominada Ferreira Pinto & Filhos; cinco anos mais tarde recebe o título real pelo reconhecimento de sua arte e sucesso, ficando conhecida como Real Fábrica da Vista Alegre, começou no fabrico de vidros enquanto se empenhava em esforços para a produção de porcelana, os primeiros ensaios conseguidos foram imperfeitos denominado loiça de pó de pedra, através de boas relações com a fábrica francesa de Sevres conseguiu as receitas para o fabrico de porcelana, somente em 1832, por sorte, é encontrado um jazigo de caulim situado em Aveiro, próximo a Ílhavo, a partir desta data o fabrico de porcelana foi se aperfeiçoando em Portugal, 1851 expôs com sucesso no Palácio de Cristal em Londres; 1852 D. Fernando II visita a fábrica e encomenda uma baixela completa; 1867 recebeu sua primeira premiação na Exposição Universal de Paris; 1880 interrompe a produção de vidros para se dedicar exclusivamente a porcelana; 1964 inauguração do Museu Histórico da Vista Alegre; ainda em funcionamento), medindo 18 cm diâmetro, ideal para coleção de cristaleira, vide foto.

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